SEJAM BEM VINDOS AO BLOG DE NOSSA CASA,ONDE TRAGO INFORMAÇÕES SOBRE ORIXÁS E EXUS, ARTIGOS HISTORICOS E ANTROPOLOGICOS.TRAZENDO DE FORMA PIONEIRA UM NOVO CONCEITO DE ATENDIMENTO.CADA VEZ MAIS PERCEBO O QUANTO E NESCESSARIO O CONSULENTE SER BEM ORIENTADO E PERCEBENDO ISSO, IMPLANTEI UMA NOVA FORMA DE ORIENTAÇÃO,O ACONSELHAMENTO, POIS E ATRAVEZ DESSE TRATAMENTO E QUE REALMENTE PODEMOS FAZER A DIFERENÇA. MARQUE SUA HORA PELO TELEFONE 53 992029090
Saudação: Tamboreiro - Ajúbà Sàngó kámùka, Sàngó aganjú Ìbejì, Sàngó aganjú déyi ogodo, Sàngó Oubakòsó, olúfinná bàbá Aláàfin! Káwó kábíyèsí lè Oba Sàngó! (Respeitamos o Xangô, facão que corta e desaparece, Xangô que de seu trono está olhando os gêmeos sagrados, Xangô que de seu trono está olhando chegar forte como um bezerro, Xangô o rei que não se enforcou, senhor que usa o fogo, pai dono do palácio. Domina o mundo sua alteza, Rei Xangô!) Responder - Kawó kábíyèsí lè! (Domina o mundo sua alteza!)
T - Alárun dê Sàngó ká mù’kBàbá ou bá rò’ fim là (Chega dono do céu Xangô, facão que corta e desaparece, pai você surpreende, edita as leis, aparece) R - Alárun dê Sàngó ká mù’k Bàbá ou bá rò’ fim là (Chega dono do céu Xangô, facão que corta e desaparece, pai você surpreende, edita as leis, aparece) T - Alárun dê! (Chega dono do céu) R - Sàngó ká mù’k (Xangô, facão que corta e desparece) T - Bàbá rò’ fim là (Pai você edita as leis e aparece) R - Sàngó ká mù’k (Xangô, facão que corta e desparece) T - Wólè wólè wólè kábíyèsílè àdé! (Baixamos o rosto, reverenciamos sua alteza e a coroa) R - Wólè wólè wólè kábíyèsílè àdé! (Baixamos o rosto, reverenciamos sua alteza e a coroa) T - L’òkè ! (Nas alturas) R - Sá bu èlò (É instrumento que corre e corta [o raio]) T - Olúwa gun bàábo igbó elefà l’òrìsà, olúwa gun bàábo igbóelefà nú ebo (Nosso senhor sobe à árvore de grandes folhas no bosque sagrado, você que atrai o que tem Orixá, sobe à árvore do bosque, você que atrai a limpar as oferendas) R - Olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà, olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà (Senhor que observa de tão alto, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá) T - Olúghohún má bó igbo èle fà l’òrìsà, olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà (Julga o que viola a tradição, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá) R - Olú wò gùn má bó igbo èle fà l’òrìsà, Olú wò gùn má bó igboèle fà l’òrìsà (Senhor que observa de tão alto, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá) T - Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori jéjé Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori Sàngó (Aganju me ensine também o caminho de cumprir a tradição de minha cabeça, a cumprir os juramentos, ensina me a cumprir a tradição de ter a cabeça do Xangô) R - Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori jéjé Aganjú èkó meu’nà’ wè jéjé ori Sàngó (Aganju me ensine também o caminho de cumprir a tradição de minha cabeça, a cumprir os juramentos, ensina me a cumprir a tradição de ter a cabeça do Xangô) T - Òdodo sim èmi r’emi Aganjú màá ní sé oulà, òdodo mò èrè meu Sàngó, Àgànjú màá ní sé olà (Justiça para mim Aganju, que sempre faça e tenha honra, que sempre saiba a verdade que me beneficia Xangô Aganju, que sempre faça e tenha honra) R - Òdodo sim èmi r’emi Aganjú màá ní sé oulà, òdodo mò èrè meu Sàngó, Àgànjú màá ní sé olà (Justiça para mim Aganju, que sempre faça e tenha honra, que sempre saiba a verdade que me beneficia Xangô Aganju, que sempre faça e tenha honra) T - Àgúnta ou! (Crave meus inimigos) R - Màá nísé olá ! (Sempre tem trabalho e honra) T - Ga màá aládé ou! (Oh elevado, sempre dono da coroa) R - Lókun kerèrè! (Força de longe) T - Ìbò moore! (Retorna engrandecido) R - Kerèkè ìbò moore kerèkè! (De longe você retorna engrandecido) T - Sorò sorò ou ní’godo (Para a festa anual espiritual de passagem tem tambor) R - Sorò sorò ou ní’ Sàngó (Para a festa anual espiritual tem Xangô) T - Akun bè’ rí (Adornado com contas sagradas roga pela cabeça) R - Àrá akun bè’ rí àrá (Trovão com contas sagradas, roga pela cabeça, trovão) T - Àgànjú ekùn èrè p (Aganju leão, te manifeste) R - Àgànjú ekùn s’ara yà (Aganju leão, te manifeste no corpo) T - S’ara yà ká fá’mode s’ara yà ká fá’mode wò! (No corpo te manifeste, recolhe e ampara o filho [noviço], cuida-o) R - Ou yà’ ba dilé s’ara yà ká fá’mode! (Você que é rei da casa te manifeste no corpo, recolhe e ampara o filho) T - Onípè nem Sàngó (Quem chama é Xangô) R - Abá’ deu onípè ou yá bá’ deu (O pilão e o caminho estão chamando, você logo encontra o pilão) T - Ègé bò’ré wa Agodó sá là sá là sá ou! (Evita os empecilhos e traga nossa bênção espírito do tambor, corre, corre e nos salve) R - Ègé bò’ré wa Agodó sá là sá là sá ou! (Evita os empecilhos e traga nossa bênção espírito do tambor, corre, corre e nos salve) T - Kan’lù’lù, kan’lù’ lù dê (Chega o toque do tambor) R - Ounà rèé ou kan’lù’lù dê (Esse é o caminho, que chegue o toque do tambor) T - Aká ká tigbó Sàngó, àká ká bàbá na’ré wa (Xangô é o que recolhe a colheita no monte, usa sua colheita para aumentar o fogo. Pai, use esse fogo para que aumentem nossos bens) R - A yé ààyè ààyè, a yé ààyè ààyè! (Ah! Por favor, vida, vida) T - K’ lú’ lú dê, a’ lú’ lú dê, è dè’ káàbò kábíyèsílè ayé, è dê káàbò kábíyèsílè ayé (Chega o que enche o povo, chega Xangô sua alteza real ao mundo, bem vindo sua alteza real ao mundo!) R - K’ lú’ lú dê, a’ lú’ lú dê, è dè’ káàbò kábíyèsílè ayé, è dê káàbò kábíyèsílè ayé (Chega o que enche o povo, chega Xangô sua alteza real ao mundo, bem vindo sua alteza real ao mundo!) T - Olokun dê ou! (Chega e nos preenche!) R - Altar dê kún dê kún dê kaá! (Trovão, chega e preenche tudo, chega e preenche) T - Ara kún dê! (Trovão chega e preenche) R - Altar dê kún dê kún dê kaá! (Trovão, chega e preenche tudo, chega e preenche) T - Sovo ibò yé! (Por favor retorna vodum Sovo) R - Aiokò lái-lái sànbo ilúwe aiokò lái-lái? (Sem embarcação, o que passará na inundação? Deve nadar sem embarcação? O que acontecerá?) T - Sovo ndé! (O vodum Sovo está chegando!) R - Akágun alárun dê, ayé, aiyé, akágun alárun dê (Conquistador, dono do céu chegue ao mundo, à vida, conquistador, dono do céu, chegue) T - Olókun dê! (Chega e nos preenche!) R - Akágun alárun dê, ayé, aiyé, akágun alárun dê (Conquistador, dono do céu chegue ao mundo, à vida, conquistador, dono do céu, chegue) T - Sovo báyi alárun dê, Sovo báyi alárun dê, bá yi alárun dê, Sovo bá yi alarun dê ou! (Sovo dono do céu, chega Sovo dono do céu, passa resistente e chega) R - Sovo báyi alárun dê, Sovo báyi alárun dê, bá yi alárun dê, Sovo bá yi alarun dê ou! (Sovo dono do céu, chega Sovo dono do céu, passa resistente e chega) T - Alubàtá ou! kábíyèsílè ndé ou! (Oh dono dos tambores batá! Oh! Sua alteza está chegando!) R - Alubàtá ou! kábíyèsílè ndé ou! (Oh dono dos tambores batá! Oh! Sua alteza está chegando!) T - Agodó màá iyo, agodó màá iyo àtéwó já Àgànjú màá eu àtéwó já òdodo màá iyo (O tambor sempre nos alegra, o tambor sempre nos alegra, estende as mãos abertas dando passo ao Aganju que aparece com sua palma estendida pesando a verdade e nos alegrando) R - Agodó màá iyo, agodó màá iyo àtéwó já Àgànjú màá eu àtéwó já òdodo màá iyo (O tambor sempre nos alegra, o tambor sempre nos alegra, estende as mãos abertas dando passo ao Aganju que aparece com sua palma estendida pesando a verdade e nos alegrando) T - Káwó kábíyèsílè omo sèré omo júbà (Sua alteza domina o mundo, filho da cabaça com contas, filho reconhecido) R - Káwó kábíyèsílè omo sèré omo júbà (Sua alteza domina ao mundo, filho da cabaça com contas, filho reconhecido) T - Nà àgò’rò ai àjà orò (Saudamos o espírito para que não haja luta com ele) R - Àgò yé yé! (Por favor, com licença!) T - Omo júbà! (Filho respeitoso!) R - Lái lái mojúbà aiyé oumo júbà, lái lái oumo júbà aiyé (Eternamente eu respeito a vida, ao filho respeito sempre na vida) T - Káwó! (Domina o mundo!) R - Kábíyèsílè! (Sua alteza!)
**** Toque Alujá ****
T - Elìjó’ gòdó a k’àrá wó, a ní sé wó, a ní sei wó (Senhor da dança do tambor, nós recolhemos a queda do raio, temos que fazê-lo cair, devemos fazer com que caia) R - Elìjó’ gòdó a k’ àrá wó, a ní sé wó, a ní sei wó (Senhor da dança do tambor, nós recolhemos a queda do raio, temos que fazê-lo cair, devemos fazer com que caia) T - Adé wó wó! (Coroa cai, cai!) R - A ní sei wó, a ní sei wó (Temos que fazer cair) T - A ní sé wó lha pariwó! (Temos que fazer cair, lança um grito ensurdecedor [trovão]) R - A ní sei wó abà orò! (Temos que fazer cair uma porção do espírito)
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