terça-feira, 3 de abril de 2012

TRADUÇÃO DAS REZAS (CONT.)


ADÙRÁ - ORIN ÒGÚM
(Rezas cantadas do Ogum)

Oríkì
(Louvor)
T - Ajubá Ogum abagaan méje olóde, Oniire, Ogum Alagbedé, Onirá, Adiolá fim, Ogum dê, Ogum yê!
R - (Respeitamos ao Ogum, aquele que se repartiu em sete partes nos arredores da casa. Rei do Irê, Ogum o ferreiro, você é sigiloso, guardião da riqueza do nosso palácio, chegue Ogum, salve Ogum.)

(responder) Ogum ye! (Salve Ogum)

TOQUE AGERE T'ODE

T - Ogum tala b'odu Ogum tala Moore
(Ogum você é um dos primeiros como os búzios de Ifá, Ogum você é um dos primeiros por ser grande)
R - Ogum tala b'odu Ogum tala Moore
(Ogum você é um dos primeiros como os búzios de Ifá, Ogum você é um dos primeiros por ser grande)
T - Ogum Ogum fenem fe oni b'ola Ogum
(Ogum gosta do trabalho hoje como no amanhã, Ogum)
R - Ogum Ogum fenem fe oni b'ola Ogum
(Ogum gosta do trabalho hoje como no amanhã, Ogum)
T - Ogum Loko meu loko!
(Ogum usa a plantação, usa a minha plantação)
R - Oro be f'altar
(Espírito eu lhe rogo, use o corpo)
T - Ogum a rio, a rio L'okerê!
(Ogum, nós lhe vemos ao longe)
R - Ogum a rio, a rio L'okerê!
(Ogum, nós lhe vemos ao longe)
T - Amá Jó ko ni Ogum ou
(Nós o reverenciamos, temos ao Ogum)
R - Erunmalé, Amá Jó ko ni Ogum ou, Erunmalé!
(Espíritos de Luz, nós o reverenciamos, temos ao Ogum, Espíritos de Luz!)
T - Sangô de lá, wa bajá sim Ogum ou, wa bajá sim yá Oo
(Xangô chega, aparece, Oh! Vem lutar com Ogum, vem lutar para afastar os inimigos)
R - Sangô de lá, wa bajá sim Ogum ou, wa bajá sim yá Oo
(Xangô chega, aparece, Oh! Vem lutar com Ogum, vem lutar para afastar os inimigos)
T - Ou Ogum orun ado wa ma konem ele, abogun wa ouna ijó wa ja meu ba ou!
(Você, Ogum do rio e do céu, vem e não ensine a violência aos seu seguidores que estão nesta roda dançando, vem lutar, vem me encontrar)
R - Ou Ogum orun ado wa ma konem ele, abogun wa ouna ijó wa ja meu ba ou!
(Você, Ogum do rio e do céu, vem e não ensine a violência aos seu seguidores que estão nesta roda dançando, vem lutar, vem me encontrar)
T - Ara Ogum orum odo!
(Sua família Ogum, é do rio e do céu)
R - Ario, ara Ogum orum odo, ario!
( Nós a vemos, sua família Ogum, é do rio e do céu, nós a vemos)
T - Erun dê oko éro eló aga'ré ou!
(Oh! o carvão cobre os campos, faça a peregrinação celestial, traga-nos a sua benção nosso Rei)
R - Erun dê oko éro eló Ga'ré ou!
(Oh! o carvão cobre os campos, faça a peregrinação celestial, você é nosso instrumento de elevação, traga as suas bençãos)
T - Ogum s' irin bó p k' oulha kó marajó.
Ogum s' irin bó p k' oulha kó marajó.
Ogum s' irin bó Orisá Ori Oko!
(Ogum aqui está o ferro, retorne da guerra, recolha as pedras sagradas, recolha os nossos males. Ogum aqui está o ferro, e faça a sua oração sobre a nossa cabeça)
R - Ogum s' irin bó p k' oulha kó marajó.
Ogum s' irin bó p k' oulha kó marajó.
Ogum s' irin bó Orisá Ori Oko!
(Ogum aqui está o ferro, retorne da guerra, recolha as pedras sagradas, recolha os nossos males. Ogum aqui está o ferro, e faça a sua oração sobre a nossa cabeça)
T - Ogum, Ogum a foriba
(Ogum, nós lhe batemos a cabeça)
R - A mu ro A mu Fé rere
(Vem beber um gole, vem beber coisas boas)
T - Ogum, Ogum wá fá meu bá
(Ogum vem, me encontre e me limpe)
R - A mu ro A mu Fé rere
(Vem beber um gole, vem beber coisas boas)
T - Ogum Oniré máa já Alagbedé
(Ogum, Rei do Irê, sempre luta pelo ferreiro)
R - Ogum Ounira ouná isó kereke
(Ogum, mesmo de longe protege o caminho e a liberdade)
T - Ogum Oniré máa já alakoró!
(Ogum, Rei do Irê, sempre luta pelo chefe da casa)
R - Ogum Ounira ouná isó kereke
(Ogum, mesmo de longe protege o caminho e a liberdade)
T - Só, só, só!
(Protege, protege, protege)
R - Ogum Ounira ouná isó kereke
(Ogum, mesmo de longe protege o caminho e a liberdade)
T - Ogum ade ibá!
(Ogum, sua coroa é respeitada)
R - Ade p, Ogum fá rere
(Ogum com sua coroa, limpe e traga as coisas boas)
T - Adá ibá, adá ibá!
(Facão respeitado)
R - Ade p, Ogum fá rere
(Ogum com sua coroa, limpe e traga as coisas boas)
T - Ogum talá ba isoró a bé se  Ogum!
(Ogum, desde a sua chegada, solucione os nossos problemas, imploramos que o faça)
R - Ogum talá ba isoró a bé se ou!
(Ogum, desde a sua chegada, solucione os nossos problemas, imploramos que o faça)

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

QUIMBANDA NA CASA DE PAI ALFREDO D'BARÁ

MARIA PADILHA DE ANGÉLICA, FILHA DE PAI PAULINHO D'XANGÔ

PAI ANDRÉ D'OXUM, COM MARIA PADILHA

MARIA PADILHA DE PAI NECO D'BARÁ E TRANCA RUAS DAS ALMAS DE PAI GILSON D'OGUM


MARIA PADILHA NO TAMBOR







TRANCA RUAS DE PAI GUILHERME D'BARÁ E TRANCA RUAS DE PAI GILSON D'OGUM


TRANCA RUAS DE PAI GUILHERME COM PADILHAS

A LINDA DANÇA DE TRANCA RUAS E MARIA PADILHA

TRANCA RUAS DE PAI GILSON D'OGUM NO TAMBOR



PADILHAS




COMPADRES BEBENDO JUNTOS


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O TRIUNFANTE ORIXÁ AJUDARÁ NO DINHEIRO


Regência da Semana: Oxalá Dacum 02/04/2012

O triunfante Orixá te deixará expressivo e determinado. Ajudará no dinheiro e na aquisição de bens duráveis. Cuide-se espiritualmente.

Simbologia:

Oxalá Dacum é representado pelo Owó (mão de pilão). Dia: Quarta-feira, bom para orações.

Oferenda:

Egbó Isu: canjica branca cozida com tiras de coco.

Cores:

Branco e azul-claro que simbolizam a paz e atraem a felicidade.

Características do Orixá:

Oxalá Dacum é um jovem guerreiro audaz e perseverante chamado de Élijibò (Rei da cidade de Élijibò - Nigéria). Usa a idá e o asa (espada e escudo). Seus metais são: a prata, o aço e o chumbo.

Magia de Oxalá Dacum para casar:

Cozinhe bem um pouco de canjica branca, amasse e faça uma bola oca, que você possa fechar depois. Coloque dentro da bola o nome da pessoa escrito oito vezes a lápis com o seu por cima. Pegue duas alianças (pode ser bijuteria), amarre-as com uma fita branca e coloque por cima dos nomes. Feche a bola manuseando a canjica de modo que fique uma bola bem redonda. Enterre essa bola nos pés de uma árvore bem bonita pedindo com fé à Oxalá Dacum.
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CONVITE DOS 24 ANOS DO OGUM ONÍRA DE MEU FILHO RONALDO GONÇALVES


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sábado, 31 de março de 2012

LENDAS DO SENHOR DAS PESTES



Houve uma festa e todos os Orixás estavam presentes. Menos Xapanã que ficara do lado de fora. Ogum pergunta porque o irmão não vem e Nanã responde que é por vergonha de suas feridas causadas pelas doenças. Ogum resolve ajudá-lo e o leva até a floresta onde tece para ele uma roupa de palha que lhe cobre o corpo todo. O filá! Mas a ajuda não dá muito certo, pois muitos viram o que Ogum fizera e continuavam a ter nojo de dançar com o jovem Orixá, menos Iansã, altiva e corajosa, dança com ele. E com eles o vento de Iansã que levanta a palha do filá que Ogum tinha lhe feito, e, para espanto de todos, revela um homem lindo, sem defeito algum.
Todos os Orixás presentes, ficam estupefatos com aquela beleza, principalmente Oxum, que se enche de inveja, mas agora é tarde, Xapanã não quer mais dançar com ninguém.
Em recompensa pelo gesto de Iançã, Xapanã da a ela o poder de também reinar sobre os mortos. Mas daquele dia em diante, Xapanã declarou que só dançaria sozinho!

Xapanã, originário de Tepa, leva seus guerreiros para uma expedição aos quatro cantos da terra. Uma pessoa ferida por suas armas ficava cega, surda ou manca, Xapanã chega ao território de Mahi no norte do Daomé, matando e dizimando todos os seus inimigos e começa a destruir tudo que encontra a sua frente.
Os Mahis foram consultar um Babalaô e o mesmo ensinou-os como fazer para acalmar xapanã. O Babalaô diz que eles deveriam trata-lo com pipocas, amendoim torrado, feijão preto e milho torrado, que isso iria tranquilizá-lo, e foi o que aconteceu. Xapanã tornou-se dócil. Xapanã, contente com as atenções recebidas mandou construir um palácio onde foi viver e não mais voltou ao país Empê. O Mahi prosperou e tudo se acalmou. Xapanã continua até hoje sendo saudado como rei de Nupê e pai em Empê.

XAPANÃ GANHA O SEGREDO DA PESTE NA PARTILHA DOS PODERES

Olodumarê um dia decidiu distribuir seus bens.
Disse aos seus filhos que se reunissem e que eles mesmos repartissem entre si as riquezas do mundo. Ogum, Bará, Xangô, e os outros Orixás deveriam dividir os poderes e mistérios sobre as coisas na terra.
Num dia em que Xapanã estava ausente, os demais se reuniram e fizeram a partilha, dividindo todos os poderes entre eles, não deixando nada de valor para Xapanã. Um ficou com o trovão, o outro recebeu as matas, outro quis os metais, outro ganhou o mar. Escolheram o ouro, o raio, o arco-iris; levaram a chuva, os campos cultivados, os rios.
Tudo foi distribuído entre eles, cada coisa com seus segredos, cada riqueza com o seu mistério. A única coisa que sobrou sem dono, desprezada, foi a peste. Ao voltar, nada encontrou Xapanã para si, a não ser a peste, que ninguém quisera.
Xapanã guardou a peste para si, mas não se conformou com o golpe dos irmãos. Foi procurar Orumilá, que lhe ensinou a fazer sacrifícios, para que seu enjeitado poder fosse maior que o dos outros. Xapanã fez sacrifícios e aguardou.
Um dia,  uma doença muito contagiosa começou a espalhar-se pelo mundo. Era a varíola. O povo, desesperado, fazia sacrifícios para todos os Orixás, mas, nenhum deles podia ajudar. A varíola não poupava ninguém, era uma mortandade. Cidades, vilas e povoados ficavam vazios, já não havia espaço nos cemitérios para tantos mortos. O povo foi consultar Orumilá para saber o que fazer. Ele explicou que a epidemia acontecia porque Xapanã estava revoltado por ter sido passado para traz pelos irmãos. Orumilá mandou fazer oferendas para Xapanã. Só Xapanã poderia ajudá-los a conter a varíola, pois só ele tinha o poder sobre as pestes, só ele sabia os segredos das doenças.
Tinha sido esta a sua única herança. Todos pediram proteção a Xapanã e sacrifícios foram realizados em sua homenagem. A epidemia foi vencida, Xapanã então era respeitado por todos. Seu poder era infinito, o maior de todos os poderes.

XAPANÃ GANHA PÉROLAS DE IEMANJÁ

Xapanã foi salvo por Iemanjá quando sua mãe, Nanã Buruku, ao vê-lo doente, coberto de chagas, purulento, abandonou-o numa gruta perto da praia.
Iemanjá recolheu Xapanã e o lavou com a água do mar, o sal da água secou as suas feridas, Xapanã tornou-se um homem vigoroso, mas ainda carregava as cicatrizes, as marcas feias da varíola.
Iemanjá confeccionou para ele uma roupa toda de ráfia, e com ela ele escondia as marcas de suas doenças, ele era um homem poderoso, andava pelas aldeias e por onde passava deixava um rastro, ora de cura, ora de saúde, ora de doença. Mas continuava sendo um rapaz pobre.
Iemanjá não se conformava com a pobreza do filho adotivo. Ela pensou:
"Se eu dei a ele a cura, a saúde, não posso deixar que ele seja sempre um homem pobre". Ficou imaginando quais riquezas, poderia dar a ele.
Iemanjá era a dona da pesca, tinha os peixes, os polvos, os caramujos,as conchas, os corais, tudo aquilo que dava vida ao oceano pertencia a sua mãe, Olocum, e ela dera tudo a Iemanjá.
Iemanjá resolveu então ver suas jóias, tinha algumas, mas, enfeitava-se mesmo era com algas, ela enfeitava-se com a água do mar, vestia-se de espuma, ela adorava-se com o reflexo de Oxu, a lua.
Mas Iemanjá tinha uma grande riqueza e essa riqueza eram as pérolas, que as ostras fabricavam para ela. Iemanjá, muito contente com sua lembrança, chamou Xapanã e lhe disse:
"De hoje em diante, és tu quem cuidas das pérolas do mar. Serás assim chamado de Jeholu, o Senhor das Pérolas".
Por isso as pérolas pertencem a Xapanã, por baixo de sua roupa de palha da costa, enfeitando o seu corpo marcado de chagas, Xapanã ostenta colares e mais colares de pérolas, belíssimos colares.

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sexta-feira, 30 de março de 2012

LÚCIFER O IMPERADOR DA LUZ

Lúcifer. O seu nome em hebraico, significa "estrela da manhã", ou "estrela da alvorada", ou "luz da alvorada", estando todas estas expressões associadas ao planeta Vénus que antes da alvorada, aparece como a primeira fonte de luz do dia que está para nascer. Lúcifer, é também o mais belo, sábio e poderoso ser criado por Deus, um anjo, (um querubim), caído cujo o exílio do reino de Deus se deveu a sua tentativa de usurpar o trono de seu pai e ser igual a Deus. Lúcifer foi feito a partir do fogo no primeiro dia da criação, é possuidor de doze asas brancas de invulgar envergadura e é o primeiro filho de Deus. 
Sobre Lúcifer, fala o livro de Izaías:" Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizías no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao (Sheol), ao mais profundo do abismo.".Isaías 14:12-15 Este texto representa, (a pretexto de se dirigir a um Rei terreno), a própria história de Lúcifer, o primeiro filho de Deus, ( mais bela e sabia criatura, conhecida pelo cognome de " o portador da luz ", a quem o pai entregou o poder sobre a morte), que se havendo rebelado contra o seu pai por a ele se desejar tornar igual, acabou expulso do reino celestial, exilado para sempre no "Sheol", ou o "mundo dos mortos". Por se opor ao seu pai e a tirania desse Deus HYHV, o seu filho exilado passou a chamar-se "opositor" ou "adversário", que em hebraico se escreve: "Satã". Satã não é por isso um nome que designa uma entidade particular, mas antes um título ou um adjetivo que define todo aquele que se opõe ao Deus HYHV. Porque na verdade Lúcifer e Satanás são duas entidades diferentes, a Igreja na sua teologia oficial não considera Lúcifer o "Diabo", mas, apenas um anjo caído - Petavius, De Angelis, III, 3, 4 Lúcifer era um anjo de luz que havendo se rebelado contra seu pai, gerou uma guerra celestial. Havendo-a perdido, Lúcifer e todos os Anjos que o apoiaram, (cerca de 1/3 dos anjos dos céus), foram banidos da presença de Deus e exilados no mundo dos mortos, ou "Sheol". Lúcifer é também conhecido por ser o portador da luz, pois é o Anjo da sabedoria.
Lúcifer tentou oferecer sabedoria a Eva, dando-lhe a provar o fruto da árvore do conhecimento, (conforme o livro de Génesis), fato que acabou gerando a expulsão de Adão e Eva  do Paraíso. Algumas tradições místicas hebraicas afirmam que Caim é filho de Lúcifer e não de Adão, fato pelo qual Deus desgostava dele e o rejeitou, conduzindo-o ao homicídio de Abel.
Afirmam, também certas tradições místicas que foi contra Lúcifer que Jacob lutou, pois Lúcifer era o Anjo guardião de Caim e confrontou Jacob, desejando vingar-se do seu protegido. Lúcifer pode facultar sabedoria sobre todos os mais profundos segredos místicos e do oculto, assim como pode conceder um dos 6 dons das trevas. Lúcifer é também pai de Mammon, e possui 5 consortes, sendo que Lilith é a sua Imperatriz
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sábado, 24 de março de 2012

AVISO

Por motivos de viagem, gostaria de comunicar aos meus blogueiros, que só voltarei a postar na próxima quarta-feira, dia 28 de março. Abraços a todos e muito Axé.